quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Les Paul 1958 - Jimmy page
























Jimmy Page talvez tenha sido o melhor guitarrista de rock atuando dentro de estudios de gravações. Os discos do Led Zeppelin tem arranjos acústicos sensacionais e Riffs de guitarra fortísssimos que ficaram gravados na história do Rock. Ele realmente foi um capítulo a parte quando se fala de um músico de estudio. Uma verdadeira lenda do Rock! Um guitarrista influenciado pelo som de Elvis Presley que passou pela banda Yardbirds, que depois formou o Led Zeppelin, foi dono de castelo e ainda foi considerado Satanista. Page frequentemente estava muito drogado em cima dos palcos. É possível ver videos onde dá pra ver o cara babando no palco, pra se ter idéia do estado alucinógeno do indíviduo!

















Talvez por isso ele não tenha sido tão brilhante ao vivo. Talvez as drogas comprometessem todo o talento que era tão evidênciado nos estudios de gravações. Page viveu intensamente a fase inicial e marcante da guitarra eletrica no Rock. E com certeza é uma das maiores estrelas deste meio. Ele faz parte da tão famosa e santa trindade da guitarra formada por Eric Clapton, Jeff Beck e o próprio Page. Entre tantas guitarras utilizadas por ele, evidentemente a sua preferida era a Les Paul. Entres as mais famosas ele usou uma 58 e também uma 59 que ganhou de presente de Joe Walsh em 1971 . Dois sonhos de consumo de qualquer um que goste de guitarras. Fora isso Page usou uma Fender Telecaster 1958 com pintura Psicodelica, uma Gibson SG doubleneck, uma Gibson '73 Les Paul Standard, uma Danelectro 59 entre outros instrumentos maravilhosos. De qualquer forma, em minha opinião a Les Paul 1958 foi a guitarra mais importante pois foi a guitarra que marcou seu estilo definitivamente.

Na foto abaixo a LP 1958 a esquerda e a 1959 a direita.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Fender stratocaster 1954 White # 0001 - DAVID GILMOUR

















Hoje vou começar a falar de algumas guitarras especiais e históricas. Para começar vou trazer pro blog a Stratocaster 1954 White que pertence ao Sr. David Gilmour.

Ela não é a guitarra mais famosa de meu idolo maior, mas é sem dúvida uma guitarra de extrema importância. Afinal de contas ela carrega em seu neck plate a numeração 0001.

Ela raramente é vista empunhada por David Gilmour. Imagino eu que por se tratar de uma guitarra extremamente valorizada. Devem rolar temores de que ela possa ser roubada ou sofrer algum acidente. Ele é David Gilmour mas também é humano.

Abaixo um video da guitarra em ação.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Ser social uma borrice anormal !
























Quem dita as regras na sociedade ? Quem tem grana é claro ! E os que não tem a tal grana, não passam de escravos de seus patrões! Tá, eu tó exagerando, mas em outros tempos, onde não havia tanta divisão de grana assim, nos poderíamos nos considerar escravos. Saímos de casa todos os dias atrasados, pegamos o mesmo transito todos os dias juntos, todos nós entramos no serviço praticamente no mesmo horário, almoçamos no mesmo horário, saímos do serviço no mesmo horário, pegamos trens, metrôs, e o maldito transito juntos e no mesmo horário. Isso é inteligente ? Porque os senhores do engenho não mudam a rotina do dia a dia e não renovam as energias de seus escravos ? Novos ares, horários, novas alternativas, novo entusiamo. Quantas pessoas gostariam de poder mudar essa situação maçante do dia a dia de um escravo do trabalho !

Enfim, tó escrevendo este monte de tranqueiras porque eu estou puto ! Estou muito chateado com a morte de Les Paul. É, a gente que tem alma cigana, é um tanto estranho e sentimental. Eu não estou nem um pouco a fim de trabalhar. Gostaria mesmo de pegar meu carro e tocar em direção ao mar. Encostar o carango na areia e ligar o som ! E ao som de mestre Les Paul tomaria uma dezena de cervejas geladas de frente ao maior gigante do planeta. O mar é algo que ao se olhar, explica o significado de nossas pobres vidas humanas ! Mas infelizmente sou forçado a ficar no trabalho, exercendo meu papel idiota perante a sociedade !

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Rip Les Paul

Hoje é mais um dia triste para aqueles que apreciam o mundo da guitarra e da música. Uma peça humana das mais importantes na história mundial da guitarra e da música faleceu hoje. Les Paul desocupa o velho corpo de 94 anos para enfim deixá-lo descansar. Corpo este que o ajudou a criar guitarras, efeitos e músicas de importância inigualáveis. É triste saber que mais um da velha guarda nos deixa. Estes caras são meus heróis. É muito difícil não ficar emocionado. Mesmo assim ainda ficam por aqui suas histórias, suas criações, seu talento e influências para que nós simples mortais possamos aprender com sua obra.

Pelo menos em outro lugar, a música vai rolar solta. Chet Atkins deve estar muito feliz em rever o mestre Les paul !

Meus sinceros sentimentos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Homologação da Resolução No 13 do Conselho Nacional de Educação


















Este Brasil realmente surpreende ! Eu como pai de uma criança portadora da Sindrome de Down faço questão de ajudar a divulgar tamanha barbaridade. Para não complicar estou copiando aqui o post do amigo Fabio Adiron pelo Agência Inclusive (http://agenciainclusive.wordpress.com/2009/07/22/contra-a-exclusao-precisamos-da-sua-acao-imediata/).



Caríssimos

Os defensores da exclusão estão bombardeando o MEC para não homologar a resolução que garante o direito de todas as crianças com deficiência nas escolas comuns.

Precisamos imediatamente contrapor esse movimento e garantir que a Constituição, a Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência e o futuro dos nossos filhos seja garantido.

Por favor, enviem o seu apoio à Homologação da Resolução No 13 do Conselho Nacional de Educação para :

gm-chefia@mec.gov.br

gm-chefia (arroba) mec.gov.br

Quem quiser usar o texto abaixo, fique à vontade.

Um abraço

Fábio Adiron
Inclusão : ampla, geral e irrestrita
http://xiitadainclusao.blogspot.com/

Exmo Sr Fernando Haddad
Ministro da Educação

Nós, abaixo-assinados, cidadãos brasileiros, entidades em defesa das pessoas com deficiência, organizações sociais e educacionais, solicitamos aso Ministério da Educação a imadeiata homologação da Resolução No. 13 do Conselho Nacional de Educação, um avanço inequívoco em direção a uma sociedade justa, inclusiva e com cidadania para TODOS.

Acreditamos que a educação inclusiva é base para a autonomia e para a vida independente e consideramos que o direito todo aluno de estudar na classe comum da escola regular é um direito dele; constitui obrigação da família, da sociedade e do Estado. A proposta de manter a educação segregada para crianças, adolescentes e jovens implica em abrir mão de um direito constitucional, dispondo de um direito que, por natureza, é definido como indisponível.

Falar em educação não implica tratar apenas do hoje, mas também do amanhã e do futuro de pessoas com deficiência que um dia deixarão de ser alunos e que devem ter o direito de viver em sociedade e fazer suas próprias escolhas. Devem também ter direito de acesso aos apoios quando necessário, à saúde, à cultura, ao trabalho, ao lazer, ao envelhecimento com dignidade e ao pleno exercício da cidadania.

Lutamos e exigimos que na escola comum as pessoas com deficiência sejam atendidas em suas especificidades . Mas não vamos consentir que, sob o pretexto das “dificuldades do convívio e de apoios, da falta de capacitação e da dificuldade de aprendizado” e até mesmo de possíveis falhas – considerando que esta é uma mudança de paradigma para a escola e a sociedade – que os retrocessos aconteçam, com a tentativa de manter a política de segregação.

Entendemos a importância do Atendimento Educacional Especializado, fortalecido pelo Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, que acontece necessariamente no contraturno atendendo às especificidades dos alunos com deficiência, assim como o Parecer nº 13/2009,que fortalece ainda mais o AEE e a Educação Inclusiva, direito indisponível e inquestionável garantido pela Constituição Federal nos art. 205, 206 e 208 e pelo art. 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil através do Decreto legislativo 186/2008, com status de emenda constitucional.

É importante considerar que, assim como a sociedade, a escola deve servir a todos (as) e levar em conta que a educação é essencial na vida de qualquer pessoa, bem como a convivência e o rompimento das barreiras do preconceito que os alunos com deficiência enfrentam. Quanto menor o convívio, mais as pessoas com deficiência serão consideradas como “especiais”, que pertencem a um mundo à parte. Agindo desta forma, mais dificuldades deixaremos como legado para seu futuro, quando não mais estaremos presentes.

Acreditamos que é justamente para evitar discriminar e segregar que a nossa Lei Maior garante esse direito que se traduz em dever para a família, sociedade e Estado, assim como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que vigora no território nacional com valor de Emenda Constitucional garante a inclusão plena para pessoas com deficiência desde o seu nascimento.

Defendemos a inclusão total e incondicional de todas as pessoas em todos os contextos sociais e o direito de serem beneficiárias dos bens públicos e privados.

Defendemos o processo de transformação da sociedade para atender a singularidade humana e a pluralidade cultural, o que implica em rupturas e mudanças políticas, econômicas e sociais.

Defendemos a cultura da diversidade em oposição a cultura do preconceito, com base nos direitos humanos fundamentais de igualdade, participação, solidariedade e liberdade.

Defendemos a cultura da diversidade na educação não como busca do melhor modelo educativo individual ou de adaptações curriculares, mas da construção de sistemas educacionais inclusivos que assegurem o acesso e a permanência de todos como resultado da qualidade social da educação.

Defendemos a educação como um direito de todos e dever do Estado, seja esse o provedor dos serviços educacionais ou o fiscalizador dos serviços prestados por entidades privadas.

Defendemos a gestão democrática e controle social em todas as instâncias dos sistemas de ensino e nas unidades escolares.

Defendemos que a educação escolar é o instrumento fundamental de desenvolvimento individual, social, cultural, político e econômico do país para garantir o exercício da cidadania

A SEESP/MEC cumpre com a sua obrigação ao entender, compreender e definir o Atendimento Educacional Especializado de acordo com a Constituição Federal de 1988 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em benefício dos 25 milhões de brasileiros com deficiência e suas famílias.




Um grande abraço, a todos.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

terça-feira, 30 de junho de 2009

Colecionador de Memórias.

A familia que eu tive mais contato foi a do lado Materno. Eramos eu, minha irmã e meus pais. O irmão de minha mãe (tio bú) e sua esposa Cecília, minha querida madrinha, e seus 3 filhos, Dário e Décio (os gemeos) e Dárcio. No topo de tudo, meus avôs maternos, o velho Vitão e sua companheira Luiza. Essa foi a familia com a qual eu convivi muito durante a minha infãncia e adolecência.

Eu não sabia que era filho de Elvis. Só descobri isso, olhando fotografias antigas de meu pai onde sua cabeleira unida as costeletas indicavam uma tendência de moda. Não era a toa que seu apelido era "Cabelo".

Abaixo do lado esquerdo, meus pais. Acho que eu nem havia nascido ainda.



















Eu não sabia que hoje em dia iria gostar tanto daqueles carros velhos onde nos crianças costumavamos brincar. Eram Fuscas, Fordinhos 1929, Studbackers, pumas, Jeeps, entre outros carros maravilhosos.

Os primos brincando num suposto Ford 29.



















Eu não sabia que iria valorizar tanto um lugar que já não nos pertence mais. Que eu iria sentir saudades do rio, dos bagres, dos lambaris e do velho Talma. O velho Talma era um senhor e amigo de meu avô que morava num sitio sinistro na beira do rio Embu-Guaçu. A gente temia, mesmo assim adoravamos entrar em sua casa. Ele tinha vários animais empalhados, como capivaras, falcões, veados entre algumas cobras submersas na cachaça.

Fotografia que tirei em 2005 do Rio em que brincavamos quando criança.
















Bendita cachaça. Eu não sabia que ia sentir tanto a ausência de meu avô. O Velho Vitalino Botelho. Um velho cheio de personalidade e vícios. De todos, o seu maior vício era a adoração pelo velho Wiskie. Talvez mais do que da cachaça ele gostasse de mim. Afinal de contas eu estive com ele em vários lugares e bares. Histórias incriveis foram contadas sobre ele e algumas eu mesmo presenciei. O Velho Vito era realmente sinônimo de terror, temor, diversão e preocupação para a família, mas acima de tudo era um dos meus maiores amores. Quantas coisas deixamos de viver juntos pela sua ausência. Vitão se foi com o sofrimento causado pelos seus grandes vícios.

Eu não sabia que sentiria falta do sítio de meus avôs, das galinhas, dos esquilos, dos frutos, dos ovos e da gemada batida com um pouco de vinho preparada por Luiza minha querida avó. Luiza se foi aos 93 anos. Com excessão do final ela nunca ficava doente e teve uma vida tranquila. Talvez um prêmio de Deus por ter vivido tantas dificuldades com seu marido e filho.

Eu não sabia que sentiria falta da velha janela frontal do nosso querido sítio. Janela que simbolizava a nossa infantil e poderosa união. Cinco crianças que se adoravam e brincavam sem parar. Que descobriram unidas a inexistência de Papai Noel e o inicio da puberdade. União que infelizmente já não existe mais, pois a realidade corroe o amor e a razão nos torna simples proprietários de objetos materiais.

Foto da Janela Frontal do Sítio de meus avôs.














Eu não sabia que sentiria saudades de meu Tio "Bú". Filho de Vitão e adorador da bendita cachaça também, ele fazia de tudo. Foi de dono de agência de carros a carreteiro com sua Kombi e me proporcionou momentos felizes, como sentir o vento no rosto ao acelerar seu Kadron vermelho. Sempre nos trazendo experiências diferenciadas e aguçando a minha curiosidade. Tio Bú também se foi cedo, maltradado pela mesma doença de meu avô.

Fotografia de meu tio Darci (bú) ao lado de mais um de seus veículos.
















São tantas ausências em minha vida, que eu passaria muito tempo aqui pensando para descreve-las. A vida nos transforma em colecionadores de mememórias.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Um pedaço da minha história
















Certos acontecimentos fazem parte da história do planeta, mas se a gente fechar o Ângulo da câmera, fazem parte da nossa história de vida. Parece que foi ontem que o vídeo clipe da música “Thriller” foi apresentado no Fantástico. Acho que o ano era 1982. Ainda me lembro do impacto causado. A gente nunca tinha visto nada parecido na vida. O nível de qualidade do clipe e os efeitos especiais estavam completamente acima de tudo o que nos estávamos acostumados a ver. Aqueles mortos vivos dançando daquela forma. Um clipe sensacional. Só se falava naquilo durante um bom tempo. E todos nos garotos, queríamos comprar uma jaqueta parecida com a que Michael usava no vídeo.

Michael Jackson não foi apenas o maior artista pop do Planeta, ele fez parte da minha história. Um cara extremamente talentoso que foi capaz de girar o mundo a seu favor. Que teve um planeta ao seu lado, mas que jogou sua vida fora em meio a tantos problemas. Talvez não tivesse alma. Talvez não tivesse tido o tempo necessário para formá-la. Foi assim com tantos outros grandes artistas. Sucesso, grana, poder, os direitos autorais das músicas dos Beatles e a depressão. Nada no mundo é perfeito mesmo.
Enfim, acredito que não exista no mundo pessoa incapaz de reconhecer algum talento em Michael. Ele era repleto de talentos, mas também de conflitos e fragilidades humanas.

“Thriller” é realmente um disco muito bom no contexto geral, mas para mim “Of the Wall” é perfeito. Sem contar na aula de guitarra Funk que vêm grátis.

Um pedaço do que eu vivi na minha adolescência desaparece. Não há como não sentir o espaço causado pela sua ausência. Michael Jackson também fez parte da minha vida.

terça-feira, 9 de junho de 2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Brasil Poeira

Tudo começou com meu amigo (Társio) me mostrando uma música tema de uma novela da Globo. Uma novela do horário das 18:00 hs que tem uma pegada caipira. Uma bela música de Paula Fernandes e Almir Sater. Mas aí conversa vem, conversa vai e eu resolvi mostrar algumas coisas do Almir Sater que eu adoro. Entre elas um disco que foi gravado na época da novela Rei do Gado, quando ele e Sergio Reis interpretavam os violeiros Pirilampo e Saracura. Um disco excelente, só com os dois cantando e tocando. E foda-se a Globo.
Enfim nesse disco tem uma música que eu acho linda demais e ao compartilhar com o amigo, me deparei com a emoção. Porra pode ser coisa de gente frágil e sentimental, mas eu começei a chorar aqui. Cara isso é muito bom e além de tudo é nossa música. De excelente qualidade.

Enfim vida longa aos amigos que dividem os bons gostos musicais comigo e também a caras como Almir Sater e Renato Teixeira.

A música tema da novela:



E a música fantástica Brasil Poeira:




Composição: Almir Sater e Renato Teixeira

Ê, Brasil, poeira
Estradas de chão, violas, bandeiras
Terra de Tom, Tonico e Tião,
E Nossa Senhora, a Padroeira
Ê, paixão, primeira
E os sertões, nação das estrelas
Se o dia é luz, e a noite seduz
O coração, abre as portei.. ras
Quando o galo cantar, nos quintais do Brasil
E o sol clarear nosso chão
Vem a semente e o pão, água do ribeirão
E horizontes que ao longe se vão
Ao som dos bem-te-visÂ…

Quem canta, espanta, seus males se diz
Quem planta é quem colhe, é quem finca raiz
Quem canta, espanta, seus males se diz
Quem planta é quem colhe, é quem finca raiz

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Haja Santo !

O motivo real pelo qual o Timão não perdeu o segundo jogo contra o Vasco pela copa do Brasil !!!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

28/05/2009 - Fotografias Marafa Blues - Soulive - SP

Ontem a Marafa Blues Band realizou mais um show no bar Soulive. Uma Quinta-Feira fria e chuvosa. E logo pensamos, os deuses do Blues andam distante de São Paulo. O cenário do blues anda em baixa e com chuva, imaginamos que não iria aparecer ninguém por lá. Mas alguns bons amantes do blues compareceram por lá e o show foi divertido.
Com a saída do baixista Hélio Moureti, quem fez o contra-baixo foi Paulo Big Blues. Ainda rolaram canjas do grande contrabaixista e amigo Fábio Pagotto e de Mr. Josh um dos maiores vocalistas de blues que eu já pude ouvir cantando em SP. Obrigado aos amigos que apareceram para curtir o nosso som !! Enfim, foi uma noite bastante agradável. A Marafa conseguiu equilibrar o som, que ficou adequado ao ambiente pequeno e confortável do bar Soulive.

Abaixo, Paulo Big Blues, André Hohmer e Djalma Diniz.




































Abaixo, Társio Venâncio



















Abaixo, Djalma Diniz



















Abaixo Claudio Crotti e Társio Venâncio















































Abaixo Djalma Diniz e André Hohmer.















































Abaixo Claudio Crotti.



















Abaixo, Mr. Josh, Paulo Big Blues, Fábio Pagotto e André Hohmer.



















Abaixo Mr. Erik Terrabuio e seu amigo.



















Abaixo equipamentos.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Blues na Tela






















Dois anos atrasado, chega nas telas de cinema do Brasil mais um filme voltado para o Blues.

Informações da Veja São Paulo :

Drama. No interior do Alabama de 1950, Tyrone (Danny Glover) está atolado em dívidas. Os clientes sumiram de seu bar e, para tentar atraí-los novamente, ele resolve promover uma noitada mais agitada, ao som da guitarra em vez do habitual blues. Enquanto aguarda ansioso a chegada de Guitar Sam, o guitarrista escalado para tocar, Tyrone dá abrigo a outro negro, o jovem Sonny (Gary Clark Jr.). Também músico à procura de emprego, ele acaba adiando seu sonho para ganhar alguns dólares numa colheita de algodão. Um dos nomes mais badalados do cinema independente americano, John Sayles faz um retrato de época aquém do esperado. Além do conflito racial pouco explorado, sua incursão nos primórdios do rock'n'roll, embora bem produzida, não chega a entusiasmar. Com Yaya DaCosta (123min). Censura e circuito a conferir. Estreia prometida para sexta (17).

terça-feira, 7 de abril de 2009

Fotografias do show do dia 04/03/09 - St. John's

Banda Marafa Blues.

Bateria e Voz : Djalma Diniz
Gaita: André Holmer
Baixo: Helio Moreti
Left Handed Guitar: Társio Sagges
Guitar: Claudio Crotti






quinta-feira, 2 de abril de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

Um momento histórico !
















Que momento para a história do Rock. Em comemoração aos 40 anos da banda Allman Brothers, no mês de Março aconteceram apresentações com diversas participacoes especiais todas as noites. Talvez a mais ilustre seja a de Eric Clapton. Fico imaginando Gregg Allman no alto de seu Hammond a tocar. Entre os pensamentos do cara a visão de Derek Trucks , para mim a própria encarnação de Duane Allman, ao lado de Eric Clapton. É como se eles estivessem de certa forma recriando a história. Eric e Duane fizeram algumas coisas incriveis como Layla. Eu no lugar de Gregg ficaria muito emocionado !!!

De quebra tem o gordinho junto. Mr. Warren Haynes. O cara !

Espero que isso tudo se transforme num excelente DVD !!!







Abraços

terça-feira, 10 de março de 2009

Grace Potter and the Nocturnals !















Já faz muito tempo que não tenho uma surpresa tão agradável no cenário musical !!!
Ontem meu amigo Társio deu a dica, e desde então eu estou na maior fissura pela moça. Eu diria que estou apaixonado. A mulher é bonita, talentosa demais, canta muito, toca Hammond e guitarra, acompanhada de uma banda excelente. Sensacional o som de Grace Potter and the Nocturnals !!!

My Space da Moça !
























segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Canções imortalizadas pelo cinema !

R.L. Burnside faleceu em 2005 ! Há algum tempo atrás eu escrevi um texto aqui no Raízeira sobre o filme "Black Snake Moan" falando sobre as particularidades do filme com relação ao R.L. Burnside ! http://raizeira.blogspot.com/2008/03/black-snake-moan.html

R.L. Burnside escreveu uma canção para Alice Mae, sua amada esposa. Um blues excelente ! Com uma vibe incrível !!! A canção faz parte da trilha sonora do filme e foi representada e cantada por Samuel L. jackson no filme. Alice Mae infelizmente faleceu no dia 16 de Novembro de 2008. Mas ela ficara imortalizada pela canção que seu marido lhe fez !

A música original por R.L. Burnside: