Do Delta do Mississípi aos Sertões do Brasil ! Guitarras, Música, carros velhos e o que vier na mente !
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quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Sexy Lady - Grace Potter
Eu piro no som desta garota ! Canta muito, toca Hammond e guitarra. Muita coisa boa, pra uma mulher só.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Homologação da Resolução No 13 do Conselho Nacional de Educação

Este Brasil realmente surpreende ! Eu como pai de uma criança portadora da Sindrome de Down faço questão de ajudar a divulgar tamanha barbaridade. Para não complicar estou copiando aqui o post do amigo Fabio Adiron pelo Agência Inclusive (http://agenciainclusive.wordpress.com/2009/07/22/contra-a-exclusao-precisamos-da-sua-acao-imediata/).
Caríssimos
Os defensores da exclusão estão bombardeando o MEC para não homologar a resolução que garante o direito de todas as crianças com deficiência nas escolas comuns.
Precisamos imediatamente contrapor esse movimento e garantir que a Constituição, a Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência e o futuro dos nossos filhos seja garantido.
Por favor, enviem o seu apoio à Homologação da Resolução No 13 do Conselho Nacional de Educação para :
gm-chefia (arroba) mec.gov.br
Quem quiser usar o texto abaixo, fique à vontade.
Um abraço
Fábio Adiron
Inclusão : ampla, geral e irrestrita
http://xiitadainclusao.blogspot.com/
Exmo Sr Fernando Haddad
Ministro da Educação
Nós, abaixo-assinados, cidadãos brasileiros, entidades em defesa das pessoas com deficiência, organizações sociais e educacionais, solicitamos aso Ministério da Educação a imadeiata homologação da Resolução No. 13 do Conselho Nacional de Educação, um avanço inequívoco em direção a uma sociedade justa, inclusiva e com cidadania para TODOS.
Acreditamos que a educação inclusiva é base para a autonomia e para a vida independente e consideramos que o direito todo aluno de estudar na classe comum da escola regular é um direito dele; constitui obrigação da família, da sociedade e do Estado. A proposta de manter a educação segregada para crianças, adolescentes e jovens implica em abrir mão de um direito constitucional, dispondo de um direito que, por natureza, é definido como indisponível.
Falar em educação não implica tratar apenas do hoje, mas também do amanhã e do futuro de pessoas com deficiência que um dia deixarão de ser alunos e que devem ter o direito de viver em sociedade e fazer suas próprias escolhas. Devem também ter direito de acesso aos apoios quando necessário, à saúde, à cultura, ao trabalho, ao lazer, ao envelhecimento com dignidade e ao pleno exercício da cidadania.
Lutamos e exigimos que na escola comum as pessoas com deficiência sejam atendidas em suas especificidades . Mas não vamos consentir que, sob o pretexto das “dificuldades do convívio e de apoios, da falta de capacitação e da dificuldade de aprendizado” e até mesmo de possíveis falhas – considerando que esta é uma mudança de paradigma para a escola e a sociedade – que os retrocessos aconteçam, com a tentativa de manter a política de segregação.
Entendemos a importância do Atendimento Educacional Especializado, fortalecido pelo Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, que acontece necessariamente no contraturno atendendo às especificidades dos alunos com deficiência, assim como o Parecer nº 13/2009,que fortalece ainda mais o AEE e a Educação Inclusiva, direito indisponível e inquestionável garantido pela Constituição Federal nos art. 205, 206 e 208 e pelo art. 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil através do Decreto legislativo 186/2008, com status de emenda constitucional.
É importante considerar que, assim como a sociedade, a escola deve servir a todos (as) e levar em conta que a educação é essencial na vida de qualquer pessoa, bem como a convivência e o rompimento das barreiras do preconceito que os alunos com deficiência enfrentam. Quanto menor o convívio, mais as pessoas com deficiência serão consideradas como “especiais”, que pertencem a um mundo à parte. Agindo desta forma, mais dificuldades deixaremos como legado para seu futuro, quando não mais estaremos presentes.
Acreditamos que é justamente para evitar discriminar e segregar que a nossa Lei Maior garante esse direito que se traduz em dever para a família, sociedade e Estado, assim como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que vigora no território nacional com valor de Emenda Constitucional garante a inclusão plena para pessoas com deficiência desde o seu nascimento.
Defendemos a inclusão total e incondicional de todas as pessoas em todos os contextos sociais e o direito de serem beneficiárias dos bens públicos e privados.
Defendemos o processo de transformação da sociedade para atender a singularidade humana e a pluralidade cultural, o que implica em rupturas e mudanças políticas, econômicas e sociais.
Defendemos a cultura da diversidade em oposição a cultura do preconceito, com base nos direitos humanos fundamentais de igualdade, participação, solidariedade e liberdade.
Defendemos a cultura da diversidade na educação não como busca do melhor modelo educativo individual ou de adaptações curriculares, mas da construção de sistemas educacionais inclusivos que assegurem o acesso e a permanência de todos como resultado da qualidade social da educação.
Defendemos a educação como um direito de todos e dever do Estado, seja esse o provedor dos serviços educacionais ou o fiscalizador dos serviços prestados por entidades privadas.
Defendemos a gestão democrática e controle social em todas as instâncias dos sistemas de ensino e nas unidades escolares.
Defendemos que a educação escolar é o instrumento fundamental de desenvolvimento individual, social, cultural, político e econômico do país para garantir o exercício da cidadania
A SEESP/MEC cumpre com a sua obrigação ao entender, compreender e definir o Atendimento Educacional Especializado de acordo com a Constituição Federal de 1988 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em benefício dos 25 milhões de brasileiros com deficiência e suas famílias.
Um grande abraço, a todos.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Ser diferente é normal
Pois é, além de Bluseiro, Roqueiro ou músico em geral, eu também dou meu apoio nas campanhas contra qualquer tipo de preconceito! Quando a gente ganha um filho especial, acaba por entender melhor algumas idiotices que cometemos em nossas vidas.
Este video faz parte de uma campanha do Instituto Meta Social.
Este video faz parte de uma campanha do Instituto Meta Social.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Lição de vida um exemplo de pai
Eu resolvi postar outras coisas que não tratem apenas sobre música aqui no Blog.
Algumas fotos e videos como este aqui de cima.
Eu já havia assistido este vídeo tempos atrás e hoje me deparei com ele novamente.
Achei fantástica a história contada em vídeo deste dois. Pai e filho.
Toda pessoa dotada de um mínimo de sensibilidade vai se emocionar com este video. Principalmente aqueles que já sabem o que significa ser pai.
Eu fiquei de cara com este video. Afinal de contas é bem raro encontrar pessoas com tamanha força no peito. Tanto o pai quanto o filho. A cada dia que se passa eu tenho mais certeza do quanto sou fraco espiritualmente
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